CENSO CRÍTICO

Senso Crítico é entedido através, da capacidade de analisar e discutir problemas, sem aceitar de forma automática suas próprias opiniões ou opiniões alheias,  o indivíduo dotado de Senso Crítico, segundo Carraher(1983):, "O pensador crítico  não  é  livre de valores, e nem pretende ser. Ele valoriza a coerência, a clareza de pensamento,  a reflexão e a observação cuidadosa, porque deseja compreender melhor a realidade social, e para esta comparação é necessário está rico de informações sobre o assunto que o eu como indivíduo e crítico deseja opinar em destaque, ou seja alguém que tem Senso Crítico é aquele que questiona os assuntos discutidos com frequência, é buscar, tirar suas próprias  conclusões, antes de concordar com assuntos discutidos, é o indivíduo que, não aceita qualquer infomação como absoluta."
  Ao consumir informações, conversar com pessoas de opiniões diferentes, o indivíduo participante como crítico deve refletir e questionar sobre tudo que está sendo discutido, para então assim desenvolver um Senso Crítico. Analizar as situações, fazer todas as perguntas possíveis, ter empatia, e refletir antes de aceitar  uma outra idéia, são essas algumas das características de indivíduos, que possuem Senso Crítico.
 Nesta analise que realizei, sobre o que é Senso Crítico, analise que são relações que lidamos durante o cotidiano, relação sociais, afetivas, familíares e também profissionais, formando daí uma base de conhecimento e razão.   Senso Crítico e Senso Comum, na formação de um indivíduo sem sociedade e grupo social, devem está sempre em perfeito acordo tanto em conhecimento como também em empatia, respeito, recíprocidade, cultura, e etc. Sem Senso Crítico, é estar sempre buscando uma forma de decidir quanto se a afirmação ouvida, lida, é verdadeira, falsa, ou às vezes verdadeira e às vezes falsa, ou parcialmente verdadeira e parcialmente falsa, pois no domínio da falácia (qualquer enunciado ou raciocínio falso que simula a veracidade) tudo é possível.

Referências: 
www.google.com.br pesquisas Senso Crítico.
Discente: Fernanda B. de Oliveira 
Docente: Regina
UFSB-Universidade Federal do Sul da Bahia 
CC: Campo das Humanidades Saberes e Práticas.

  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

TERRITÓRIO-TERRITORIALIDADE

SENSO COMUM

Falando Sobre Etnocentrismo: Aula dia 05/05/2022, com apresentações e comentários de dois grupos sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. Capítulos: Voando Alto e A Volta Por Cima. Pág.: 24-40, de Everardo P. Guimarães Rocha, 1988. Ed.: Brasiliense. Durante as apresentações sobre os capítulos citados acima, cito aqui minha participação e observações sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. O Etnocentrismo tem sempre como base a etnia própria ou seja a cultura do observador é sempre o ponto de partida inicial. Do Etnocentrismo à relativização à Antropologia foi criando seus instrumentos de abertura idéias, métodos, teorias de compreensão da diferença, que foram fazendo da sociedade do “outro” um espelho para a sociedade do “eu” e não um fantasma a ser exorcizado. O “ outro é cada vez mais a “diferença” feita alternativa possível de existência, como voos de Durkheim , Radcliffe-Brown e Malinowski com seu trabalhos de estudos mostra como começa a se impor esta perspectiva, dar a volta por cima do Etnocentrismo, e elegerá sempre à diferença como conquista. A viagem de Malinowski e sua afirmação do trabalho de campo, obriga a ida na direção do “outro” é também, uma fonte possível de reflexão, de transformação até da própria sociedade do “eu”. Ou seja, o Etnocentrismo está ficando de certa maneira fora da sociedade civil, mesmo ainda com grande existência, o evolucionismo agora passa a liderar, fazendo com que a cultura do “outro” enriqueça a cultura do eu. Sai então o Etnocentrismo e vem a Antropologia, e ser diferente passa a ser um contraste, e liberdade de escolha. E por fim, alternativa, chance, abertura e projeto no conjunto que a humanidade possui de escolhas de existência totalizadora, porque explica tudo com métodos, e encaixa qualquer diferença concretamente existente numa única grande e completa explicação. O “diferente” o “outro” fora da Antropologia, é atrasado, passado pelo qual já passei, eu que evoluo progrido o outro não, uma visão nada relativizada de se pensar à diferença e a Antropologia surge com seus métodos desfazendo conceitos às variadas visões etnocêntricas. Trazendo atualmente igualdade e relativizações positivas. Esses últimos capítulos traz um enriquecimento de conceitos de integridade e valorização à diversidade cultural.