SENSO COMUM

  Senso Comum: Para à Sociologia o Senso Comum é  a primeira forma de conhecimento praticada pelo homem, desde o instante em que se  passou a conviver em grupos.  São características comuns às sociedades humanas e apenas a essa especie, que não depende apenas do seu instinto para sobreviver. O Senso Comum se integraliza através das nossas, experiências pessoais, coletivas e das crenças que nascem de uma convivência coletiva decorrente do cotidiano, do qual vamos firmando certas percepções que tomamos no fim por verdade, e que passamos à incorporá-las sem um outro meio de analise, como verdades absoluta. 
  O Senso Comum se forma mediante uma repetição de tarefas, que vivênciamos no dia-a-dia. As repetições acabam por transforma-se em rotina, e que geram o indivíduo se sentir seguro, por saber como se comportar e agir em um ambiente ou determinado grupo ou meio social. Corresponde também à primeira forma de compreensão, que o homem possui do mundo e da realidade ao seu redor, no entanto por ser uma forma de conhecimento desorganizado, inexato e ancorado em tradições sociais, não tende a buscar uma verdade que seja comprovada cientificamente. Sendo por isso motivo pelo qual, a Sociologia se dedica à superar em busca de, uma visão científica da realidade  comportamental social. 
   Ou seja procurar uma solução que não resulte de uma primeira impressão, mas de uma investigação científica e racional  dos acontecimentos em questão.    Os acontecimentos adiqueridos a partir dos costumes, das experiências e vivências cotidianas, é um conhecimento superficial baseado nos hábitos, portanto não sendo de grande reflexão científica, sendo percepções relacionadas tidas ao Senso Comum
  Portanto o Senso Comum é um tipo de pensamento que não foi testado, verificadou ou metodicamente analisado. Geralmente o conhecimento relacionado ao Senso Comum é passado de geração em geração, sem estatísticas em pesquisas, podemos afirmar que esse tipo de conhecimento é categoricamente popular e culturalmente aceito, mas que não garante a sua validade ou invalidade. Sendo para mim, nas mais diversas questões da sociedade e meio social, indispensável.
CC:Campo das Humanidades Saberes e Práticas. 
Referências: Pesquisas Google.
Docente: Regina
UFSB- Universidade Federal do Sul da Bahia 

De: Fernanda B. de Oliveira 

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Falando Sobre Etnocentrismo: Aula dia 05/05/2022, com apresentações e comentários de dois grupos sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. Capítulos: Voando Alto e A Volta Por Cima. Pág.: 24-40, de Everardo P. Guimarães Rocha, 1988. Ed.: Brasiliense. Durante as apresentações sobre os capítulos citados acima, cito aqui minha participação e observações sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. O Etnocentrismo tem sempre como base a etnia própria ou seja a cultura do observador é sempre o ponto de partida inicial. Do Etnocentrismo à relativização à Antropologia foi criando seus instrumentos de abertura idéias, métodos, teorias de compreensão da diferença, que foram fazendo da sociedade do “outro” um espelho para a sociedade do “eu” e não um fantasma a ser exorcizado. O “ outro é cada vez mais a “diferença” feita alternativa possível de existência, como voos de Durkheim , Radcliffe-Brown e Malinowski com seu trabalhos de estudos mostra como começa a se impor esta perspectiva, dar a volta por cima do Etnocentrismo, e elegerá sempre à diferença como conquista. A viagem de Malinowski e sua afirmação do trabalho de campo, obriga a ida na direção do “outro” é também, uma fonte possível de reflexão, de transformação até da própria sociedade do “eu”. Ou seja, o Etnocentrismo está ficando de certa maneira fora da sociedade civil, mesmo ainda com grande existência, o evolucionismo agora passa a liderar, fazendo com que a cultura do “outro” enriqueça a cultura do eu. Sai então o Etnocentrismo e vem a Antropologia, e ser diferente passa a ser um contraste, e liberdade de escolha. E por fim, alternativa, chance, abertura e projeto no conjunto que a humanidade possui de escolhas de existência totalizadora, porque explica tudo com métodos, e encaixa qualquer diferença concretamente existente numa única grande e completa explicação. O “diferente” o “outro” fora da Antropologia, é atrasado, passado pelo qual já passei, eu que evoluo progrido o outro não, uma visão nada relativizada de se pensar à diferença e a Antropologia surge com seus métodos desfazendo conceitos às variadas visões etnocêntricas. Trazendo atualmente igualdade e relativizações positivas. Esses últimos capítulos traz um enriquecimento de conceitos de integridade e valorização à diversidade cultural.