Conflitos Territoriais no Brasil.


 Os motivos que levam um ente federativo a querer aumentar seu território, e consequentemente reduzir os de outros são diversos, podendo ser de natureza econômica, política e estratégica.

 Disputas Territoriais Brasileiras: Dependendo da demarcação de dimensão do territórito da área reinvindicada, é possível alterar e receber maiores benefícios em capital, e número de vereadores de um município. 

 Também pode se dar ao território, acesso a um recurso  estratégico, como uma rodovia, acesso ao litoral, subsídios e outros benefícios que uma decisão de posse, pode resolver.
  Não apenas municípios discutem entre se quais são seus limites territoriais, ou outros conflitos mas os países também.
 Piauí e Ceará, por exemplo. Disputan uma área de 3mil km²  na Serra da Ipiapaba, delimitada por um acordo de 1920, que cujas medidas de territórios estão imprecisas, segundo informações do governo do Piauí.
 Agora uma pergunta, porque de uma disputa num mesmo território brasileiro? 
 Diferente de outros países mas não tão diferente assim, onde as disputas de territórios, são decididas com Guerra Civil, Biológicas...causando enormes consequências para a população humana. Conflitos de território como citei acima, também acontecem no Brasil mas não  com os mesmos motivos e consequências. 
 Brasil: Seus maiores conflitos atuais são entre municípios, facções e meio político, saúde e de saneamento básico. Dentro de um mesmo país que entre os principais motivos das citações acima, são disputas por verbas.
 Ou seja, municipios que reinvidicam territórios disputados com outros municípios, deixam de receber subsídios, destinados para o terrotorio em questão, lutam por melhorias, e riquezas como petróleo, água e etceteras existentes no território de  disputa. 
 Trazendo por fim consequências desastrosas uma população humana, que vivem nesses territórios de conflitos, são conflitos na maioria das vezes sem uma explicação coerente, mas que existem, e quando não delimitados por leis se formam em casos de conflitos e quando não solucionados de abandono, vindo a sofrer quem faz parte do território em conflito, disputado.


De: Fernanda B. de Oliveira 
Discente: UFSB- Universidade Federal do Sul da Bahia 
CC: Campos das Humanidades: Saberes e Práticas.

Referência: 
Imagem: www.g1.globo.com
Texto: saite BBC News Brasil
Territórios em disputas no Brasil.

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SENSO COMUM

Falando Sobre Etnocentrismo: Aula dia 05/05/2022, com apresentações e comentários de dois grupos sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. Capítulos: Voando Alto e A Volta Por Cima. Pág.: 24-40, de Everardo P. Guimarães Rocha, 1988. Ed.: Brasiliense. Durante as apresentações sobre os capítulos citados acima, cito aqui minha participação e observações sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. O Etnocentrismo tem sempre como base a etnia própria ou seja a cultura do observador é sempre o ponto de partida inicial. Do Etnocentrismo à relativização à Antropologia foi criando seus instrumentos de abertura idéias, métodos, teorias de compreensão da diferença, que foram fazendo da sociedade do “outro” um espelho para a sociedade do “eu” e não um fantasma a ser exorcizado. O “ outro é cada vez mais a “diferença” feita alternativa possível de existência, como voos de Durkheim , Radcliffe-Brown e Malinowski com seu trabalhos de estudos mostra como começa a se impor esta perspectiva, dar a volta por cima do Etnocentrismo, e elegerá sempre à diferença como conquista. A viagem de Malinowski e sua afirmação do trabalho de campo, obriga a ida na direção do “outro” é também, uma fonte possível de reflexão, de transformação até da própria sociedade do “eu”. Ou seja, o Etnocentrismo está ficando de certa maneira fora da sociedade civil, mesmo ainda com grande existência, o evolucionismo agora passa a liderar, fazendo com que a cultura do “outro” enriqueça a cultura do eu. Sai então o Etnocentrismo e vem a Antropologia, e ser diferente passa a ser um contraste, e liberdade de escolha. E por fim, alternativa, chance, abertura e projeto no conjunto que a humanidade possui de escolhas de existência totalizadora, porque explica tudo com métodos, e encaixa qualquer diferença concretamente existente numa única grande e completa explicação. O “diferente” o “outro” fora da Antropologia, é atrasado, passado pelo qual já passei, eu que evoluo progrido o outro não, uma visão nada relativizada de se pensar à diferença e a Antropologia surge com seus métodos desfazendo conceitos às variadas visões etnocêntricas. Trazendo atualmente igualdade e relativizações positivas. Esses últimos capítulos traz um enriquecimento de conceitos de integridade e valorização à diversidade cultural.