2022.1 CC: Campos das Humanidades: Saberes e Práticas.

 Aprendizados: Faço aqui um breve relato de esperiências, atividades realizadas, e trabalhos que realizei durante o quadrimestre 2022.1, nos CCs, em destaque ao CC com a Professora Regina Oliveira.
  Atividades realizadas: Leitura de textos, artigos, trabalhos em grupos e pesquisas individuais e etc.
 Serviram para mim como pessoa e discente como grande enriquecimento intelectual, e foi para mim mais um período, de dedicação e estudo muito enriquecedor, na minha jornada como acadêmica. O ambiente estudantil, conteúdos passados pela Docente,  momentos com os colegas em salas virtuais,  foram momentos novos para mim, sendo discente caloura.   Aprendizados que concerteza levarei para minha vida profissional. Deixo aqui minha imensa gratidão a professora e colegas que fizeram parte, aos outros  professores de outras disciplinas também, minha gratidão. Tudo que adquerimos em conhecimento, são em algum momento ou de alguma forma repassados para outras pessoas.

Discente: Fernanda B. de Oliveira UFSB- Universidade Federal do Sul da 
Professora: Regina Oliveira 
CC: Campos das Humanidades: Saberes e Práticas.
Quadrimestre: 2022.1.

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Falando Sobre Etnocentrismo: Aula dia 05/05/2022, com apresentações e comentários de dois grupos sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. Capítulos: Voando Alto e A Volta Por Cima. Pág.: 24-40, de Everardo P. Guimarães Rocha, 1988. Ed.: Brasiliense. Durante as apresentações sobre os capítulos citados acima, cito aqui minha participação e observações sobre o livro O Que É Etnocentrismo?. O Etnocentrismo tem sempre como base a etnia própria ou seja a cultura do observador é sempre o ponto de partida inicial. Do Etnocentrismo à relativização à Antropologia foi criando seus instrumentos de abertura idéias, métodos, teorias de compreensão da diferença, que foram fazendo da sociedade do “outro” um espelho para a sociedade do “eu” e não um fantasma a ser exorcizado. O “ outro é cada vez mais a “diferença” feita alternativa possível de existência, como voos de Durkheim , Radcliffe-Brown e Malinowski com seu trabalhos de estudos mostra como começa a se impor esta perspectiva, dar a volta por cima do Etnocentrismo, e elegerá sempre à diferença como conquista. A viagem de Malinowski e sua afirmação do trabalho de campo, obriga a ida na direção do “outro” é também, uma fonte possível de reflexão, de transformação até da própria sociedade do “eu”. Ou seja, o Etnocentrismo está ficando de certa maneira fora da sociedade civil, mesmo ainda com grande existência, o evolucionismo agora passa a liderar, fazendo com que a cultura do “outro” enriqueça a cultura do eu. Sai então o Etnocentrismo e vem a Antropologia, e ser diferente passa a ser um contraste, e liberdade de escolha. E por fim, alternativa, chance, abertura e projeto no conjunto que a humanidade possui de escolhas de existência totalizadora, porque explica tudo com métodos, e encaixa qualquer diferença concretamente existente numa única grande e completa explicação. O “diferente” o “outro” fora da Antropologia, é atrasado, passado pelo qual já passei, eu que evoluo progrido o outro não, uma visão nada relativizada de se pensar à diferença e a Antropologia surge com seus métodos desfazendo conceitos às variadas visões etnocêntricas. Trazendo atualmente igualdade e relativizações positivas. Esses últimos capítulos traz um enriquecimento de conceitos de integridade e valorização à diversidade cultural.